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Conheça os exames para
uma gravidez tranquila

Exames de Ultrassonografia Obstétrica

Objetivo: Tem o objetivo de avaliar o início da gravidez, a localização do saco gestacional, a idade da gestação, batimentos cardíacos e o número de embriões identificando, assim, as gestações múltiplas e os anexos embrionários (vesícula vitelínica, âmnio e córion). Esse exame é o que define com menor margem de erro o tempo correto da gravidez para estimar a data do nascimento.

Técnica: Exame realizado entre a 5ª e a 12ª semanas de gestação. É um procedimento de rotina que não requer preparo para sua realização e não tem contraindicações.

Objetivo: Avaliar a formação física do feto, estimar os riscos de síndromes cromossômicas (risco para Síndrome de Down e outras doenças), de pré-eclâmpsia e de restrição de crescimento intrauterino. São também estudadas a quantidade de líquido amniótico, a posição e as características da placenta.

Técnica: Exame realizado no período entre a 11ª e 13ª semanas e 6 dias de gravidez e é realizado por via transvaginal e via abdominal, com a gestante deitada em decúbito dorsal horizontal (com o abdômen para cima). Antes da realização do exame, a pressão arterial da paciente é aferida por equipamento específico e todas as medidas obtidas no ultrassom são inseridas em um software específico para estimar o risco de síndromes cromossômicas, de pré-eclâmpsia e de restrição de crescimento intrauterino, seguindo as normas da Fetal Medicine Foundation. Os resultados do rastreamento são informados após o exame e as dúvidas do casal são esclarecidas.

Devido à idade gestacional em que o exame é realizado, algumas doenças ou alterações da anatomia fetal podem não ser adequadamente avaliadas. Mas sabe-se que, aproximadamente, 35% das malformações identificáveis no pré-natal podem ser vistas nessa época. A complementação da avaliação anatômica do feto deve ser feita no exame morfológico de segundo trimestre, entre 18 e 24 semanas.

Objetivo: Estimar os riscos de síndromes cromossômicas (risco para Síndrome de Down e outras doenças). São também estudadas a quantidade de líquido amniótico, a posição e as características da placenta.

Técnica: É um exame de rotina e deve ser realizado entre 11ª e 13ª semanas e 6 dias via  abdominal, com a gestante deitada em decúbito dorsal horizontal (com o abdômen para cima). Em algumas situações pode ser útil a complementação do exame por via vaginal. Todas as medidas obtidas no ultrassom são inseridas em um software específico para estimar o risco de síndromes cromossômicas, seguindo as normas da Fetal Medicine Foundation.

Objetivo: Estimar os riscos de síndromes cromossômicas (risco para Síndrome de Down e outras doenças) e função cardíaca pela análise do Doppler de Ducto Venoso. São também estudadas a quantidade de líquido amniótico, a posição e as características da placenta.

Técnica: Exame realizado entre 11ª e 13ª semanas e 6 dias via abdominal, com a gestante deitada em decúbito dorsal horizontal (com o abdômen para cima). Em algumas situações pode ser útil a complementação do exame por via vaginal. Todas as medidas obtidas no ultrassom são inseridas em um software específico para estimar o risco de síndromes cromossômicas, seguindo as normas da Fetal Medicine Foundation.

Objetivo: Exame que orienta os médicos principalmente quanto ao crescimento – cálculo do peso e tamanho – posição fetal, anatomia, BCF, vitalidade, características e localização da placenta e volume de líquido amniótico. Essa ultrassonografia não tem como objetivo principal o estudo detalhado da anatomia fetal. Os exames com essa finalidade são os morfológicos de 1º e 2º trimestres.

Técnica: Pode ser realizado a partir da 14ª semana até o final da gravidez e não há contraindicações.

Objetivo: Identificar as gestantes de alto risco para parto prematuro por apresentarem colo uterino curto na ultrassonografia permitindo, assim, uma conduta médica adequada na tentativa de prevenir e ou retardar o nascimento pré-termo.

Técnica: Esse procedimento pode ser realizado entre a 14ª e a 24ª semanas ou durante o Ultrassom Morfológico do 2º Trimestre de todas as gestantes. É realizado via transvaginal com a gestante deitada em decúbito dorsal horizontal (com o abdômen para cima). Esse exame não prejudica a mãe nem o bebê.

Objetivo: É o exame mais adequado para visualizar e analisar de forma detalhada a anatomia fetal e o ambiente intrauterino, quantidade de líquido amniótico, a posição e as características da placenta. As imagens obtidas orientam os médicos quanto ao diagnóstico e prognóstico de possíveis malformações fetais, o planejamento de condutas obstétricas e realização de procedimentos intrauterino quando indicados.

Técnica: O exame pode ser realizado entre a 20ª e a 24ª semanas de gravidez, mas, em algumas situações especiais, deve ser feito entre a 18ª e a 24ª semanas.  É realizado por via abdominal, com a gestante deitada em decúbito dorsal horizontal (com o abdômen para cima). É importante esclarecer ao paciente que, aproximadamente, 90% das doenças fetais podem ser detectadas nesse exame, porém, algumas doenças não demostram sinais ultrassonográficos visíveis antes do nascimento, não sendo identificáveis durante o pré-natal.

Objetivo: O exame é o mais adequado para visualizar e analisar de forma detalhada a anatomia fetal e o ambiente intrauterino, quantidade de líquido amniótico, a posição e as características da placenta, estimar risco de pré-eclâmpsia e de restrição de crescimento intrauterino. As imagens obtidas orientam os médicos quanto ao diagnóstico e prognóstico de possíveis malformações fetais, o planejamento de condutas obstétricas e realização de procedimentos intrauterino quando indicados.

Técnica: O exame pode ser realizado entre a 20ª e a 24ª semanas de gravidez, mas, em algumas situações especiais, deve ser feito entre a 18ª e a 24ª semanas.  É realizado por via abdominal, com a gestante deitada em decúbito dorsal horizontal (com o abdômen para cima). É importante esclarecer ao paciente que, aproximadamente, 90% das doenças fetais podem ser detectadas nesse exame, porém, algumas doenças não demostram sinais ultrassonográficos visíveis antes do nascimento, não sendo identificáveis durante o pré-natal.

Objetivo: Indicado para estimar riscos materno-fetais em gestações de risco ou recomendado a partir do diagnóstico alterado do ultrassom anterior ou modificações na evolução do pré-natal de rotina. O exame orienta os médicos quanto ao crescimento fetal – cálculo do peso e tamanho –, posição fetal, anatomia, BCF, vitalidade, características e localização da placenta e volume de líquido amniótico. Analisa a vitalidade fetal por meio das medidas do fluxo sanguíneo entre o feto e a placenta (artéria umbilical), entre a gestante e a placenta (artérias uterinas) e no feto (artéria cerebral média e ducto venoso).

Técnica: Realizado geralmente na segunda metade da gestação. Essa ultrassonografia não tem como objetivo principal o estudo detalhado da anatomia fetal. Os exames com essa finalidade são os morfológicos de primeiro e segundo trimestres

Objetivo: A ultrassonografia realizada no modo 3D proporciona uma análise técnica confiável ao médico e no modo 4D HDLive® imagens emocionantes ao casal. Por meio desse exame é possível visualizar expressões faciais do bebê – Baby Face.

Técnica: O exame pode ser realizado em qualquer tempo da gestação, porém as imagens têm maior qualidade para visualizar a face fetal no período entre a 26ª e a 32ª semanas. Essa ultrassonografia não tem como objetivo principal o estudo detalhado da anatomia fetal. Os exames com essa finalidade são os morfológicos de primeiro e segundo trimestres.

O exame não requer preparo e sua qualidade técnica depende da idade gestacional, posição fetal e volume de líquido amniótico no momento da realização do mesmo.

Objetivo: Impressão, geralmente em resina, de partes fetais ou mesmo a réplica do bebê em tamanho real. Com o ultrassom 4D HDLive® é possível visualizar as expressões faciais e as emoções do feto intraútero. A impressão tridimensional é uma lembrança eterna de quando a história do seu filho (a) estava apenas começando.   

Técnica: Após a realização dos exames, as imagens são exportadas e gravadas diretamente do equipamento de ultrassom em arquivos específicos que geram a impressão 3D para produzir reais modelos fetais.    

Exames de Ultrassonografia Ginecológica

Objetivo: A USG Transvaginal (ou endovaginal) é utilizada para avaliar o útero, os ovários, e as trompas, enfim, estruturas da cavidade pélvica. O exame proporciona imagens dessas estruturas pélvicas com maior definição quando comparado ao exame realizado pela via abdominal.

Técnica: É realizado via transvaginal e o procedimento requer preparo: esvaziar a bexiga antes do exame (bexiga vazia).

Objetivo: Avaliar o útero, os ovários, e as trompas, enfim, todas as estruturas da cavidade pélvica. Para melhor avaliação de lesões tumorais ou císticas de ovários, utilizamos um recurso tecnológico presente no equipamento de ultrassom que permite definir os critérios ultrassonográficos de risco (benigno/maligno) dessas lesões, o que auxilia o ginecologista na tomada de decisão da conduta médica.  

Técnica: É realizado via transvaginal e o procedimento requer preparo: esvaziar a bexiga antes do exame (bexiga vazia).

Objetivo: O exame avalia os órgãos genitais internos como útero, ovários e trompas. É mais utilizado em pacientes que não podem realizar o exame pela via transvaginal, porém é de baixa resolução tendo em vista que precisa da bexiga cheia (janela acústica) o que pode causar um pouco de desconforto.


Técnica: É realizado via abdominal e requer preparo: ingerir oito copos de líquido de 200 ml (água, sucos, mate), iniciando-se a ingestão 2 horas antes do exame e de forma lenta, além de reter a urina.

Objetivo: O exame tem como finalidade realizar o mapeamento dos órgãos pélvicos e vasos sanguíneos da pelve feminina com o intuito de rastrear, por meio de anormalidades de fluxo sanguíneo, possíveis patologias como cânceres de endométrio e de ovário.

Técnica: O procedimento requer preparo que é esvaziar a bexiga antes do exame (bexiga vazia), se for realizado via transvaginal, e bexiga repleta, se realizado via abdominal.

Objetivo: É o exame de imagem com melhor resultado para predizer o prognóstico reprodutivo de uma mulher em tratamentos para engravidar. Esse procedimento tem por finalidade avaliar a reserva ovariana.

Técnica: Deve ser realizado entre o 2º e o 5º dia do ciclo menstrual (fase folicular inicial), via transvaginal e consiste na soma de todos os folículos antrais, ou seja, folículos com diâmetro médio entre 2 e 10 mm aferidos nos planos bidimensionais em ambos os ovários.

Objetivo: Trata-se de exame ultrassonográfico seriado que visa avaliar os folículos ovarianos e o endométrio para diagnosticar a ovulação, muito utilizado no tratamento para infertilidade. Em casos selecionados, podemos associar o Dopplerfluxometria, que é o mapeamento do fluxo sanguíneo dos vasos pélvicos.

Técnica: Preferencialmente realizado pela via transvaginal e requer preparo que é esvaziar a bexiga antes do exame (bexiga vazia).

Objetivo: A Ultrassonografia Tridimensional (3D) adiciona vantagens ao método tradicional (2D) porque permite uma reconstituição nítida da imagem, o que possibilita melhor exame da cavidade endometrial, canal endocervical, patologias ovarianas e contagem de folículos antrais. Muito indicado no diagnóstico de malformações uterinas e avaliação precisa da posição do DIU no interior da cavidade do útero.

Técnica: Esse procedimento é realizado via transvaginal e com a bexiga vazia.